Mensagem do Presidente da CCIA

UM SECTOR PRIVADO VIBRANTE, ORGANIZADO E UNIDO: EIS A NOSSA META! Caros associados, caros empresários, caros homens de negócios, caros amigos: Está prestes a terminar um dos anos mais difíceis que a Humanidade conheceu: uma pandemia que trouxe consigo muitas perdas humanas, muitos prejuízos económicos, desequilíbrios na estrutura social dos países, etc, etc. Para nós Angola e particularmente empresas angolanas, que já vínhamos gerindo a crise económica resultante da queda brusca do principal produto de exportação e geradora de divisas – o petróleo – se encaixa bem a ditado “ um mal nunca vem só”. Contudo, acreditamos que “não há mal que dure para sempre, não há tristeza que não finde. Basta você acreditar e não se entregar. Faça de seus insucessos desafios estimulantes, sinta-se motivado a superar os seus obstáculos…” como dizia Renato Maia. A CCIA completou a 8 de Novembro do ano em curso 32 anos e os novos corpos sociais completaram um ano do seu mandato, no dia 18 de Dezembro, com os mesmos objectivos, com a mesma visão, claro está, ajustada ao contexto actual, a dinâmica dos mercados interno e externo e ao novo ambiente de negócio nacional e internacional. Para além de tudo, queremos contribuir para o fortalecimento do Sector Privado, tornando-o mais dinâmico e vibrante; que saiba onde saiu, onde está e para onde vai; que saiba dialogar, que saiba tirar proveito das oportunidades mas, sobretudo, que saiba identificar e até criar oportunidades. Um Sector Privado que saiba o que quer, que não tenha medo das dificuldades, pois sabe qual o caminho certo e quais as alternativas para chegar ao destino. Caros associados, parceiros e amigos. Apesar das dificuldades conjunturais e outras, continuaremos a fazer o nosso trabalho, a cumprir com a nossa missão: servir-vos, construindo pontes entre os vários actores que configuram o mercado, ajudando-vos a enfrentar as dificuldades inerentes a nossa actividade, agindo no sentido de melhorar o diálogo Público-Privado. Continuaremos a contribuir para a revitalização das Câmaras de Comercio e Industria Provinciais e Associações Sectoriais, membros da CCIA. Continuaremos a manter o bom relacionamento que temos com a Federação das Câmaras Bilaterais de Comercio e Industria de Angola e com cada uma delas de forma particular. Continuaremos a interagir com todas as outras associações empresariais. Continuaremos a privilegiar, sempre que possível, o colectivo em detrimento do individual. Continuaremos a apelar aos nossos colegas, parceiros e amigos para a organização e a melhor estruturação do sector de modo a fazer face, com eficiência e eficácia, aos desafios da globalização. Sabemos que o caminho é longo e com muitos desfiladeiros mas temos a certeza de que sairemos temperados dos vários desafios e melhor preparados para o aumento do nosso empenho e desempenho, rumo ao CRESCIMENTO E DESENVOLVIEMNTO DO SECTOR E DO PAÍS. Que 2020 sirva de lição e que doravante tiremos proveito do que se aprendeu desta lição! Contamos com o apoio e colaboração de todos nesta grande empreitada. JUNTOS, FAZEMOS MELHOR!   VICENTE SOARES Presidente

Governo emprega 300 mil dólares em estudos

O Governo emprega 300 mil dólares na elaboração de estudos de viabilidade para quatro projectos de Parceria Público-Privada (PPP) ligados ao sector da electricidade, cabotagem, irrigação e implantação de unidade industriais.

17/12/2020  ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 19H22
© Fotografia por: DR
O desembolso foi anunciado ontem, em Luanda, pelo director do Gabinete de PPP, Augusto Dembo, no "briefing” do Ministério da Economia e Planeamento com a imprensa, onde apontou como beneficiários os projectos de Aproveitamento Hidroeléctrico de Chicapa II (Lunda-Sul), Rede Nacional de Cabotagem (Luanda-Soyo-Cabinda), Perímetro Irrigado do Mucuso (Cuanza-Norte) e Pólo de Desenvolvimento Industrial de Fútila (Cabinda). Financiados pelo Banco Mundial, no quadro dos Acordo de Assistência Técnica Reembolsável (RAS), a elaboração dos estudos foi adjudicada a um consórcio de consultores externos constituído pelas empresas Ernest & Young, COBA e RRP Advogados, de acordo com Augusto Dembo. O secretário de Estado para o Planeamento, Milton Reis, afirmou que o Recenseamento Agro-pecuário e Pescas (RAPP), iniciado na segunda quinzena de Agosto, está executado em 84 por cento, correspondente ao inquérito de 21 mil das 25 mil aldeias previstas. Milton Reis, que fazia o balanço das actividades levadas a cabo pelo Ministério da Economia e Planeamento no período de 10 a 17 o mês em curso, no domínio do Planeamento, adiantou que  foram inquiridas 3.316 unidades primárias de amostras, das 3.280 planificadas, o que representa 98 por cento do trabalho, que consistiu em sondagens comunitárias para identificação das infra-estruturas e serviços básicos, caracterização das condições meteorológicas anómalas, assim como a dificuldade na obtenção dos factores de produção e escoamento dos produtos do campo. O secretário de Estado deu também a conhecer que o Recenseamento das Empresas e Estabelecimentos encontra-se na fase derradeira, tendo sido apuradas 88.416 empresas e estabelecimentos, das 88.986 recenseadas nas 18 províncias.

CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA DE ANGOLA (CCIA) E O INSTITUTO NACIONAL DE APOIO AS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS (INAPEM), ASSINAM PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO.

Trata-se de um instrumento que doravante vai regular as relações de cooperação entre as duas instituições, num esforço conjunto em apoio às micro, pequenas e médias empresas. Capacitar o grupo de empresas em matéria de formação e assistencia técnica, será o foco principal da cooperação pretendida.


 1)Arnito José Agostinho              

2)Vicente Francisco Soares

1)Presidente do Conselho de Administração do Inapem                                

2)Presidente do Conselho Diretivo da CCIA

Os fatores competitividade e produtividade sugerem-nos uma preparação a medida para operadores do sector empresarial privado, que no concreto, implica uma atenção especial à promoção de estratégias de transformação dos métodos de gestão e aplicação de instrumentos e ferramentas facilitadoras do exercício de reflexão e de preparação, assim sendo, os signatários exprimiram a vontade comum na materialização do Protocolo assinado.

Participaram da cerimónia.

Pela CCIA:

1 – Tiago Gomes – Secretário Executivo;

2 – José Tondela – Diretor do Departamento de Formação;

3 – José Alentejo – Diretor do Departamento de Apoio ao Setor Privado;

4 – Estanislau da Silva – Responsável do Departamento de Comunicação e Marketing;

Pelo INAPEM:

1 – Jeofrana Xavier

2 – Braulio Augusto

Luanda, aos 09 de dezembro de 2020

Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Angola participa por videoconferência no Seminário (Webinar).

sobre a Atratividade do Sector de Hotelaria e Turismo Nacional e as oportunidades de negócio no quadro do Programa de Privatização de Unidades Hoteleiras em Angola, promovido pela Sonangol no dia 04 de dezembro de 2020.

Participaram do referido seminário (Webinar) as seguintes individualidades:

1 – Vicente Soares – Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Angola;

3 - Wilson Mucacava – Diretor Geral da Sonip;

3 – António da Silva – PCA da AIPEX;

4 – Rui Oliveira – PCE do Fundo de Investimento do BFA;

5 – Simão Pedro – Diretor Geral da Infotur.

6 – Flávia Gomes – Moderadora.

Na sua intervenção, o Eng.º Vicente Francisco Soares – Presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Angola destacou a necessidade de se incrementar o volume de investimento no ramo hoteleiro para garantir maior atratividade neste setor, que na sua visão considera ainda abaixo das expectativas e necessidades para que haja efetivamente mais oportunidades de negócios.

Por outro lado, o Eng.º Vicente Soares defendeu que para haver atração de investimentos e investidores é necessário um trabalho conjunto e em sintonia que envolve a agência de promoção e atração de investimentos do Executivo, a Câmara de Comércio de Angola, em função das relações que esta tem com as suas congéneres.

Vicente Soares, reiterou ainda a necessidade de uma maior valorização e inserção da Câmara de Comércio e Industria de Angola, por esta ser uma instituição de utilidade pública, nas deslocações de delegações do Executivo, precisamente as visitas presidenciais para atração de investidores estrangeiros, no sentido desta (na qualidade de parceira do Estado) apresentar em nome da classe empresarial privada o estado do ambiente de negócios no país de acordo com a agenda do Executivo, considerando ser importante que os investidores privados (estrangeiros) ouçam além das politicas do Executivo, os seus representantes do setor empresarial privado.

Finalizou.

Brussels Airlines retoma operações para Luanda em Fevereiro de 2021

A companhia aérea de bandeira da Bélgica, Brussels Airlines, retoma, em Fevereiro, os voos para Luanda, como parte dos esforços institucionais de Bruxelas para impulsionar o comércio bilateral, em 2019 situado em 900 milhões de euros.09/12/2020  ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 21H00

Embaixador de Bélgica em Angola, Josef Smets. © Fotografia por: DRO anúncio foi feito ontem, em Luanda, pelo embaixador da Bélgica, Josef Smets, num encontro com o ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, insistindo em que a retoma dos voos eleva as trocas no ano passado favoráveis a Angola, que exportou para o país europeu bens cifrados em 500 milhões de euros e importou o equivalente a 400 milhões.
Angola, adiantou, exporta principalmente diamantes para a Bélgica, importando químicos e equipamento de transporte, com as perspectivas a apontarem para que as trocas aumentem em 2021, em resultado do reforço das operações de investidores belgas nos diamantes e a entrada de outros no sector portuário.
Em 2021, avançou o diplomata, vão ser desembolsados os primeiros investimentos belgas nos portos do Soyo (Zaire) e Cabinda, para aumentar a capacidade operacional e as receitas das duas unidades. Impulsionar na criação de uma bolsa de diamantes, consta do programa de investimento belga.
"No sector diamantífero, há um interesse crescente, já que Angola pretende desenvolver criar uma bolsa de diamantes”, frisou. Josef Smets lembrou que, para atrair mais investidores, a Câmara de Comércio Bélgica-Angola realizou, recentemente, na capital daquele país, um fórum de negócio para divulgar as potencialidades e o novo ambiente de negócio, além de que as autoridades Belgas vão criar mecanismos que facilitam a acreditação dos produtos alimentares produzidos em Angola no mercado da União Europeia.
O ministro da Indústria e Comércio ressaltou, na ocasião, a importância do interesse de empresários belgas em actuar em novos segmentos para criar receitas fora do ramo petrolífero, apontando novos projectos para atrair capitais do país europeu, como o Porto do Dande em Caxito, que em sua opinião apresenta vantagens para o investidor devido a sua localização e as baixas taxas fiscais.